Quebra-cabeça
Rivkah&Josemir
Quando eu puder entender
o porquê das diferenças
pode ser que eu comece a
gostar,
e aquilatar o peso
das crenças.
Mas por enquanto,
advem-me a impaciência,
as peças se atrelam,
fazendo-se difícil o
montar...
Quando as peças se
encaixam
sopra-me manso e suave
alívio,
mas ao constatar,
que muito falta para o
concatenar
cimbro-me,
invade-me a vontade flébil,
de parar, deixar
pra lá...
Se anulo uma peça,
uma lacuna far-se-á.
Imprescindível aí,
que se tornem críveis,
o amor, o respeito
soltos, alados,
para que eu possa
prosseguir...
Seguir.
Continuar,
sem protelar.
O bom seria
se o verbo fosse
conjugado,
por muitos amigos
um verbo cristalino,
altivo,
direcionado para um
mesmo objetivo!
Que quadro encantado eu
montaria!
Far-se-ia belo,
feito o azul do
infinito,
visagem que nunca acaba.
Regalo belo, singelo.
Sabe... eu sonho
e me sobreponho,
pois pressuponho,
que a humanidade cresça,
mente una a
pensar.
Alma amena a voejar.
Aí sim, findo far-se-á,
esse quebra-cabeça
e unidos, abarcados,
- como nos ensina a Lei
Divina -
PODEREMOS ENFIM
FESTEJAR!
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