NA QUIETA MADRUGADA
Alberto Peyrano x Arneyde T. Marcheschi
(nas versões português/ espanhol)
Só nós dois na quieta madrugada
enquanto teu cabelo alvoroçado
cai pelas tuas costas preto e belo
eu beijo teus pés e te agitas em arrepios
e pedes-me de novo, insaciável,
o meu corpo e meu tesão sobre ti.
Sinto correr pelo corpo a febre
do tesão apaixonado que sinto
por ti...pelo teu lindo dorso nu
onde passeio com minha língua
arrancando-te mil gritinhos e
arrepios de excitação.
Quantas vezes começamos o ritual
onde tu minha deusa, ascendes a tocha
do meu desejo e eu penetro em ti devoto
provocando o teu extasiado caminho
para teu ardente templo onde Deus
preparou um altar para teu gozo?
Neste templo de amor...
eu sacio meus desejos
me entregando a ti...toda faceira
num ardente delírio de sexo e paixão
morrendo de tanto ardor...meu sexo
se abre como uma flor...
á espera do seu voraz amante.
"Mais uma vez", pedes com graça
de sacerdotisa perdida no tempo
e meus joelhos inclinam-se diante de ti
abrindo teus teimosos encantos apertados
para perpetuar a eterna sinfonia
dos amantes fundidos num só ser.
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EN LA QUIETA MADRUGADA
Sólo nosotros en la quieta madrugada
mientras tu cabello alborotado
cae por tu espalda negro y bello...
beso tus pies, te agitas en temblores
y pides, insaciable, nuevamente,
mi cuerpo y mi deseo sobre ti.
Siento correr la fiebre por mi cuerpo
por esta pasión que tanto siento
por ti... por tu bella piel desnuda
donde mi lengua sin prisa se pasea
arrancándote mil gritos de placer
con temblor de excitación.
Cuántas veces comenzamos el ritual
donde tú, mi diosa, enciendes esta antorcha
de mi deseo y penetro en ti, devoto,
abriendo tu extasiado camino
hacia tu ardente templo donde Dios
preparó un altar para tu goce?
En este templo de amor...
yo sacio mis deseos
entregándome a ti...toda sincera
en un ardiente delirio de pasión
muriendo en sexo con tanto ardor
abriéndose mi flor...
que a su voraz amante espera.
"Una vez más", pides con gracia
de sacerdotisa perdida en el tiempo
y mis rodillas se inclinan ante ti
abriendo tus tímidos encantos apretados
para perpetuar la eterna sinfonía
de dos amantes que son un solo ser.
ARNEYDE T. MARCHESCHI
Vitoria.E.Santo
Julho/2003
ALBERTO PEYRANO
Buenos Aires
Julho/2003
Versão
em espanhol : Alberto Peyrano